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Plantão de Polícia

Resposta em 15 dias

01/08/12 00:00
atualizado em 31/07/2012 21:52

Polícia faz reconstituição para saber de onde partiu tiro que matou menina em Costa Barros

A polícia espera descobrir em 15 dias de onde partiu o tiro que matou, na última sexta-feira, a menina Bruna da Silva Ribeiro, 11 anos, em Costa Barros. Esse é o tempo em que o laudo da reprodução simulada do caso, feita ontem, deve ficar pronto. A reconstituição, que aconteceu na Rua Isaac Zaidmann, durou 2h30 e teve participação de homens do Batalhão de Operações Especiais (Bope) - incluindo os quatro policiais que socorreram Bruna com o blindado. Os ‘caveiras' são acusados pelo moradores do Morro da Quitanda de efetuar o tiro que matou a menina.

O documento é peça fundamental para esclarecer o caso, porque não será possível fazer o confronto balístico com as armas apreendidas, uma vez que no corpo de Bruna não foi encontrado projétil. Dois fuzis de PMs que participaram do confronto foram apreendidos para exame.

"Esse laudo de local, comparado ao lado cadavérico e a depoimentos de testemunhas, pode apontar de onde saiu o tiro que matou a menina", explicou o delegado assistente da 39ª DP (Pavuna), Reginaldo Félix.

A mãe de Bruna, Anailza Rodrigues da Silva, participou da reconstituição, sempre acompanhada de uma amiga.

Segundo o delegado Félix, Anailza mostrou onde a filha estava naquele dia, mas não soube dizer com exatidão a posição da menina no momento do tiro.

"Ela (Anailza) disse que estava mais preocupada em socorrer a filha e não se lembra muito bem. Mas ela colaborou muito. Estava muito abalada, mas foi muito forte. Não encontrei contradições entre os depoimentos. Há coerência", analisou o delegado.

 



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