Angelina Jolie

TRÊS HORAS FALANDO

Luizinho depõe sobre morte

08/08/12 01:00
atualizado em 08/08/2012 01:54

DH ouviu presidente da Imperatriz no caso da execução de mestre Marcone

Presidente e patrono da Imperatriz Leopoldinense, Luiz Pacheco Drummond compareceu ontem pela manhã à Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca, após ser intimado a prestar esclarecimentos no caso do assassinato do ex-mestre de bateria da escola Marcone da Silva Sacramento, 32 anos. Acompanhado de seu advogado, Luizinho Drummond foi ouvido por mais de três horas na sede da especializada. Na saída, ele não falou com a imprensa.

Titular da DH, delegado Rivaldo Barbosa afirmou que as investigações do caso estão sob sigilo e não divulgou detalhes do depoimento. A expectativa é de que outras duas pessoas sejam ouvidas nos próximos dias pelos investigadores. Ontem, Luizinho foi interrogado por Rivaldo Barbosa e outro delegado adjunto da unidade.

Em novembro, Marcone acusou Luizinho de agressão e prestou queixa na 21ª DP (Bonsucesso). O sambista, que foi executado seis meses depois de ter sido expulso da Verde e Branco de Ramos, disse ter recebido três tapas no rosto após mal-entendido com o presidente na quadra. Luizinho negou a agressão. No dia seguinte, a vítima foi demitida da escola, e o presidente foi à delegacia prestar queixa por injúria, difamação, danos morais e agressão.

Marcone, que era considerado um dos melhores mestres de bateria do Rio, foi morto em maio com mais de 20 tiros, próximo ao Cacique de Ramos, em Olaria. Homens num veículo não identificado emparelharam com o seu carro e fizeram os disparos.



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